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❝Estamos contra a natureza, resistindo à nossa conexão com o cosmos, com o mundo, com a humanidade. Não suportamos a conexão. Essa é a nossa doença. Precisamos fugir e ficar isolados. Além de um certo limite, que já ultrapassamos, isso é suicídio. Talvez tenhamos escolhido o suicídio.
Para o homem, assim como para a flor, o animal e o pássaro, o triunfo supremo é estar o mais ativamente vivo, o mais perfeitamente vivo. (…) o magnífico aqui e agora da vida na carne é nosso,só nosso e nosso somente por um certo tempo. Devemos dançar o êxtase de estarmos vivos, na carne, e sermos parte do cosmos vivo e encarnado.
Sou parte do sol, como meu olho é parte de mim.
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❝O todo sem a parte não é todo,
A parte sem o todo não é parte,
Mas se a parte o faz todo, sendo parte,
Não se diga que é parte, sendo todo.
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❝Toda la carne que ha nacido de la tierra será destruida y vuelta a la tierra, y volverá a ser tierra, como tierra había sido. Entonces, la sal terrena provocará un nuevo nacimiento, mediante el hálito de la vida celestial. Y dondequiera que en un principio no hubiera estado la tierra, no puede haber un renacimento según nuestra obra. Porque la tierra es el bálsamo de la Naturaleza y la sal de aquellos que buscan el conocimento do todas las cosas.
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❝Não pense. Não se perca em seus pensamentos.
Seus pensamentos são um véu sobre a face da lua.
Esta lua é o seu coração, e são os pensamentos que o mantém coberto.
Então deixe-os ir.
Apenas deixe-os cair na água.
Sem amor toda a adoração é um fardo
toda a dança se transforma em rotina
toda a música é um mero barulho.
Toda a chuva do céu poderia cair sobre o mar
— sem amor, nenhuma gota se transformaria em pérola.
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Os Poetas antigos animaram todos os objetos sensíveis com Deuses ou Gênios chamando-os pelos nomes e adornando-os com as propriedades das florestas, rios, montanhas, lagos, cidades, nações, e tudo o mais que seus sentidos ampliados & numerosos pudessem perceber.
E particularmente eles estudaram o gênio de cada cidade & país. colocando-o sob sua deidade mental.
Até que um sistema foi formado, do qual alguns tiraram vantagem & escravizaram a plebe tentando conceber ou abstrair deidades mentais dos seus objetos: assim começou o Clero.
Extraindo formas de culto de narrativas poéticas.
E finalmente declararam que os Deuses ordenaram essas coisas.
Assim os homens esqueceram que Todas as deidades moram no peito humano.
William Blake
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“Para muita gente a verdadeira perda do sentido político consiste em se juntar a uma formação partidária, submeter-se a sua regra, sua lei. Para muita gente também quando se fala de apolitismo, fala-se antes de tudo de uma perda ou de uma ausência ideológica. Eu não sei o que vocês pensam quanto a isso. Para mim a perda política é antes de tudo a perda de si, a perda de sua cólera assim como a de sua doçura, a perda de seu ódio, de sua faculdade de odiar assim como a de sua faculdade de amar, a perda de sua imprudência assim como a de sua moderação, a perda de um excesso assim como a perda de uma medida, a perda da loucura, de sua ingenuidade, a perda de sua coragem como a de sua covardia, a de seu terror diante de tudo assim como a de sua confiança, a perda de suas lágrimas assim como a de seu prazer. É isso o que eu penso.”
Marguerite Duras
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azuquita:
Acción Poética IV
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queime sua televisão e sorria!
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“E o que é uma vida humana senão o clarão de um raio na escuridão? Não é nada, mesmo se durar mil anos. Comparada com a eternidade, é apenas um piscar de olhos. Desde o início, a vida carrega a marca da morte: vida e morte são entrelaçadas como amantes, mais íntimas por natureza do que gêmeos unidos pelo nascimento. Ó, homem, por quanto tempo ainda você vai cobrir seus olhos com a lã de seu manto? Por quanto tempo se recusará a ver as coisas como elas realmente são? Cada grão de areia se julga por seu próprio critério e toma seu próprio comprimento e largura como única medida do mundo; mesmo fazendo parte da duna, ele não é nada. Você é apenas um grão de areia, um prisioneiro num mundo de ilusões. Você deve insinuar-se pelas grades da gaiola e libertar-se! Deve se libertar de você mesmo e do resto da raça humana! Deve aprender que o que você tomou como realidade não é nada real, e que a realidade é completamente outra! Siga o exemplo desse escritor: seja como uma vela e queime seus próprios tesouros - só então o mundo que agora é seu soberano se tornará seu escravo.”
Nizami, poeta persa do séc. XII